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Sabado, 27 de Junho de 2026
Governo cria grupo para valorizar produtos por origem geográfica

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Governo cria grupo para valorizar produtos por origem geográfica

Linguiça de Maracaju e sobá são exemplos; ideia é apoiar iniciativas regionais.

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A Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) criou o Fórum Origens, um grupo para identificar e ajudar a valorizar produtos regionais que merecem ser destacados, como é o caso da linguiça de Maracaju, um dos principais reconhecidos no Estado. A iniciativa terá participação de 14 entidades, incluindo poder público, universidades e entidades que apoiam iniciativas, como produtores de mel do Pantanal.

No texto que cria o movimento Origens MS, assinado pelo titular da Semadesc, Jaime Verruck, consta que há necessidade de articular o poder público com o setor produtivo e instituições ligadas ao ensino, pesquisa e inovação para favorecer empreendedores. A lógica é valorizar os produtos conforme “origem, da identidade territorial, cultural, ambiental e produtiva como estratégia para o fortalecimento das cadeias produtivas e o aumento da competitividade dos produtos e serviços sul-mato-grossenses.” Além da linguiça e do mel, há outros alimentos renomados produzidos no Estado, como queijos; alguns famosos são produzidos em Bonito e Chapadão do Sul, no Pantanal também há o queijo Nicola; além disso, há farinhas reconhecidas.

O grupo deve criar uma dinâmica de debate sobre o tema para a definição e acompanhamento de políticas públicas de “valorização das potencialidades regionais do Estado”. O debate sobre a valorização de produtos com identidade de origem não é novo. Em agosto deste ano, durante a feira Ruraltur MS, um dos eventos foi o 1º Fórum de Indicação Geográfica de Mato Grosso do Sul, que debateu como avançar no reconhecimento de produtos tradicionais. Uma das abordagens é que essa valorização contribui para fortalecer a identidade cultural e o empreendedorismo regional.

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Existe o Selo de Indicação Geográfica, concedido pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual). No evento da Ruraltur, inclusive, discutiu-se a concessão do reconhecimento ao sobá, uma iguaria genuína de Campo Grande, trazida por imigrantes japoneses.

FONTE/CRÉDITOS: Campo Grande News
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